Elenco de 'Se Eu Fosse Você 3' fala sobre troca de corpos
Por Equipo de ForoChat
16 de outubro de 2026 · Brasil · Ocio y tiempo libre
Cleo Pires e Rafael Infante explicam como encarnaram Bia e Aquiles em 'Se Eu Fosse Você 3', mantendo a fórmula de troca de corpos e a empatia da série.
A nova geração da franquia
Duas décadas depois da estreia do primeiro filme, a série Se Eu Fosse Você volta às telonas com a terceira entrega. O longa traz Bia e Aquiles, filhos de Glória Pires e Tony Ramos, vivendo a mesma situação inusitada que marcou os primeiros capítulos: a troca de corpos. O elenco principal, formado por Cleo Pires (Bia) e Rafael Infante (Aquiles), recebeu o convite com entusiasmo, mas também com a sensação de responsabilidade de dar continuidade a um dos maiores fenômenos do cinema nacional.
O desafio de interpretar o outro
Durante a entrevista, Rafael destacou que assumir Aquiles exigiu mais que memorizar falas. “É uma honra, mas ao mesmo tempo uma grande responsabilidade”, afirmou, ressaltando a necessidade de evitar caricaturas. Para ele, a troca precisava soar natural, como se cada ator realmente habitasse o corpo do colega. Cleo, por sua vez, contou que a parte mais complicada foi alternar entre momentos em que estava sendo Bia e aqueles em que precisava incorporar os gestos e a voz de Aquiles. Ela revelou que estudou minuciosamente os movimentos, a postura e a entonação de Rafael antes das gravações, seguindo a mesma técnica usada nos dois primeiros filmes. “Não ficou uma mulher aleatória fazendo um homem aleatório”, explicou, enfatizando o esforço para tornar a troca crível.
Química fora das câmeras
A parceria entre os protagonistas começou antes mesmo das filmagens. Cleo já admirava o trabalho de Rafael e a amizade que se desenvolveu entre eles foi fundamental para construir a relação dos personagens. Esse entrosamento facilitou o momento em que cada um precisou representar não só seu próprio personagem, mas também a personalidade do outro. O resultado, segundo os atores, é uma dinâmica que ajuda o público a acreditar na situação apresentada.
Mais que humor: um convite à empatia
Além das risadas, o elenco destacou a mensagem subjacente da trama. Para Cleo, a experiência de viver no corpo do outro funciona como um convite para enxergar a realidade sob outra perspectiva. “Quando você se coloca minimamente no lugar do outro, de forma leve, é um convite para algum tipo de empatia”, disse. Rafael reforçou que a intenção era mostrar que, apesar das diferenças, é possível encontrar compreensão mútua.
Expectativas e legado
O primeiro filme, lançado em 2006, atraiu mais de 3,5 milhões de espectadores. Três anos depois, a sequência superou a marca de 6 milhões, totalizando quase 10 milhões de ingressos vendidos ao longo das duas primeiras produções. Com a nova geração de personagens, a expectativa é que o sucesso se repita, especialmente entre quem acompanhou as duas primeiras histórias. Como brincou o elenco, quem viu o 1 e o 2 provavelmente está ansioso para descobrir o que fizeram com o 3.
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